Escravidão

Sonia Racy

29 Maio 2015 | 01h04

Chegaram à Comissão de Direitos Humanos da Assembleia paulista vídeos que mostram haitianos sendo escolhidos para trabalhar pela espessura de suas canelas. Os responsáveis pela seleção no Acre justificam: “Quem tem canela fina gosta de trabalhar, já os de canela grossa são ruim de serviço”.

Com o material em mãos, Carlos Bezerra Jr., presidente da comissão, decidiu convocar uma audiência pública com representantes dos governos federal, do Acre e de São Paulo.

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A Assembleia também programa mandar ao Acre comitiva de deputados para ver as condições dos haitianos in loco. Quer entender por que ainda não se encontrou uma solução definitiva para o acolhimento dos imigrantes.