Entre unhas e cervejas

Entre unhas e cervejas

Sonia Racy

04 Dezembro 2016 | 00h40

EXCLUSIVO DIRETO DA FONTE

Juliana Diniz é publicitária e sabe muito bem como é o ritmo das mulheres que trabalham em agência. “Deixava para fazer a unha sexta à noite, hora do happy hour, mas nunca tinha o que beber nos salões que eu frequentava. Era sempre um cafezinho e às oito da noite na sexta-feira, a última coisa que eu queria era um cafezinho.” Essa é a explicação da moça por ter deixado a propaganda para investir no Bistrô Detrich – um salão de beleza, em Moema. O que ele tem de diferente? “Posso dizer que o diferencial do meu cabeleireiro é que ele vai além dos serviços habituais de pé, mão, cabelo e maquiagem. Garanto, para todas as cliente, um copo de cerveja”. E não é qualquer cerveja: Juliana montou uma operação para fabricar a própria. “Sempre gostei das cervejas mais leves e importadas. Vou mudando os tipos. Às vezes ofereço a feita de trigo, outras, a lager”. Saúde!