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Sonia Racy

E dá-lhe,e dá-lhe ô

Por Sonia Racy

25/06/2014, 01h20

   

Foto: Mariana Vianna

O Monobloco resolveu arregaçar as mangas e produzir gritos de guerra para levantar a torcida brasileira na Copa. Além de postar vídeo no YouTube, entoando seis músicas, o grupo carioca esteve no entorno dos estádios, animando os torcedores.

Para o músico Pedro Luís, a falta de cantoria nas arquibancadas se explica, em parte, pelo perfil de quem vai aos estádios: “Não é torcida de futebol”, afirma. “Ficaram de fora pessoas que criam espontaneamente gritos que se disseminam na arena”, arremata. Na próxima partida do Brasil, contra o Chile, Pedro Luís aposta em dois duelos: no campo e na arquibancada. “É uma torcida guerreira e numerosa, vai dar trabalho. Cabe aos brasileiros fazer uma campanha e mudar a apatia que se viu no jogo contra o México.” Sobre a influência da torcida no desempenho do time, o flamenguista dispara: “Muitas vezes é a torcida que ganha o jogo, ela tem o poder de abafar o adversário” /MARILIA NEUSTEIN .