Docinho no ombro

Docinho no ombro

Sonia Racy

13 Junho 2014 | 01h10

Foto: Denise Andrade/Estadão

Valesca Popozuda foi o centro das atenções, ontem, no esquenta do camarote da Sony para a abertura da Copa. Os convidados vips faziam fila para posar com “um beijinho no ombro” ao lado da funkeira – que circulava com o modelito transparente da bolsa Chanel. E, entre um flash e outro, se rendia às coxinhas e bolinhas de queijo.

As manifestações atrapalham o Mundial? “Estamos no escuro. Rezo para que não aconteça nada porque sempre acaba com pessoas machucadas. E, onde deveria ter alegria, vai ter tristeza.” Concorda com as reivindicações? “É válido pedir mais saúde, educação e melhores salários, mas temos que reivindicar sempre, não só em ano de eleição. É quando os políticos agem como se colocassem doce na boca de criança. Depois tiram e fica por isso mesmo.”

Já tem candidato? “Ainda não, mas também não sei se vou conseguir votar por causa da agenda de shows – acabo sempre justificando. E tem outra coisa: sai um, entra outro, mas continua a mesma coisa.”

“A Copa é uma oportunidade para o Brasil mudar a imagem ruim que tem lá fora”, dizia Rubinho Barrichello, entre um brincadeira e outra com o filho. Vai conseguir? “Claro que teremos situações diferentes em cada um dos estados, uns melhores, outros piores, mas sempre acreditei que ia ter Copa.” E a seleção, tem obrigação de ganhar? “Jogar em casa é sempre um ponto a favor. Há pressão, mas o time está bem montado.”

Aos 6 anos, Noah, filho de Danielle Winits, controlava a ansiedade batendo bola. “Sou muito otimista – desde sempre. O Brasil tem milhares de problemas, não adianta depositar tudo neste momento de alegria”, conta a atriz.

Já Raí, que distribuía autógrafos aos convidados, dizia “nunca ter tido dúvidas de que a Copa aconteceria”. E estava ansioso para conhecer o Itaquerão. “Tive que esperar, não podia ir aos jogos do Corinthians, né?”/THAIS ARBEX