Direto do bolso

Sonia Racy

13 Setembro 2014 | 01h08

Corre pelo meio político que Paulo Skaf teria deixado a presidência da Fiesp com contabilidade negativa, tendo recebido a entidade das mãos de Horário Piva, em 2004, com um caixa pra lá de gordo – de R$ 30 milhões. Consultada, alta fonte da Fiesp afirma que a realidade é inversa: o caixa, hoje, seria cerca de seis vezes maior.

Entretanto, não há posição oficial da Fiesp. Ela não é obrigada a publicar suas demonstrações financeiras, e, sim, apenas sua previsão orçamentária, informa a assessoria.