Comércio reage devagar em 2016, e bens duráveis ficam para depois

Sonia Racy

18 Janeiro 2016 | 15h28

A confiança típica de início de ano impulsionou a intenção de consumo das famílias. Pesquisa da Confederação Nacional do Comércio (CNC) mostra que o apetite dos consumidores pelas compras apresentou, em janeiro, leve alta de 1,3% quando comparado a dezembro de 2015.

Mas os bens duráveis ainda não entraram na lista. O levantamento da CNC mostra que 72,9% dos 18 mil entrevistados consideram o momento desfavorável para compra desses itens — que incluem carros, geladeiras e fogões, entre outros.