Cobrança irreal

Sonia Racy

03 Outubro 2012 | 01h10

Ao que tudo indica, os governadores pararam de brigar pela mudança do índice que corrige suas dívidas para com a União – considerado absurdo até pelo governo federal.

A cidade de SP, entretanto, continua tentando. “Do orçamento de R$ 42 bilhões que levantamos para o próximo prefeito, 10% serão usados para pagar a dívida”, reclama Mauro Ricardo Costa, secretário de Finanças de Kassab.

São Paulo paga IGP-DI mais 9% ao ano, sendo que a taxa básica de juros está em 7,25%.