CNJ começa na quarta o cadastramento nacional de presos

Sonia Racy

21 Outubro 2017 | 20h22

 

CARMEN LÚCIA, PRESIDENTE DO STF E DO CNJ. FOTO ANDRÉ DUSEK / ESTADÃO

A ministra Carmen Lúcia acertou ontem, sexta, em reunião com presidentes dos TJs estaduais, o começo do cadastramento de todos os homens e mulheres presos no País. Trata-se do Banco Nacional de Monitoramento de Prisões, que, uma vez concluído, permitirá conhecer um perfil individualizado de toda a população prisional brasileira. Superada a fase de organização e testes, as ações começam na quarta-feira, dia 25, por Roraima.

Dados pessoais de todos os que estiverem sob custódia serão agrupados à data de prisão, ao tamanho da pena e outros dados do histórico de cada um. Pelo último levantamento dos tribunais de justiça, apresentado no início do ano, a população prisional brasileira somava 654.372 pessoas. Destas, 66% (ou seja, 433 mil) já tinham condenação e outras 34% (221 mil) estavam em prisão provisória.

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