Além do PT, Cármen Lúcia sofre pressão de colegas ministros

Sonia Racy

16 Março 2018 | 01h00

CÁRMEN LÚCIA

CÁRMEN LÚCIA. FOTO: ANDRE DUSEK/ESTADÃO

Não vem só do PT a pressão para que Cármen Lúcia, presidente do Supremo, inclua na pauta o fim das prisões após a condenação em segunda instância. A ministra declarou mais de uma vez que não vai “furar” uma fila com mais de mil processos, alguns esperando julgamento há mais de 10 anos.

Ministra enfrenta
rebelião no STF

Além de outros partidos de oposição e também de legendas da base governista, Cármen agora enfrenta uma rebelião silenciosa dentro do próprio Supremo.

Grupo de cinco ministros da corte se uniu para tentar subtrair da ministra a prerrogativa de construir a pauta de julgamentos – fato inédito na história do STF.

Fim é evitar prisões
antes de prescrição

Na raiz de tudo, o desejo generalizado de impedir que investigados pela Lava Jato, de todos os partidos e cores políticas, sejam presos antes que as ações prescrevam.

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