Alckmin não quer saber de previsões sobre 2018

Alckmin não quer saber de previsões sobre 2018

Sonia Racy

16 Agosto 2017 | 01h00

GERALDO ALCKMIN

GERALDO ALCKMIN. FOTO: RAFAEL ARBEX/ESTADÃO

Quem conversa com Alckmin e tenta obter prognósticos sobre a disputa pela Presidência, em 2018, morre bem antes… de chegar à praia.

O governador, responsável pela eleição de João Doria, ignora o assunto e, se houver insistência, volta no tempo para contar “causo” de Pindamonhangaba, sua cidade natal – ocorrido em uma eleição para prefeito quando ele ainda era menino.

Por que venceu
na cidade natal 

Ali, ao perguntar ao vencedor como havia ganho as eleições se mantendo quieto, o tucano ouviu: “Venci por que fiquei de boca fechada”.

Tucano quer definir
candidato este ano

Mas o governador é taxativo ao defender que o PSDB não deve deixar a decisão para a última hora. “Até dezembro, teremos candidato definido”, assegurou à coluna.

Defensor das prévias, lembra episódio de 1989, na primeira delas feita no partido. “Mario Covas não me liberou para votar em Pindamonhangaba. E ele era candidato único”.

Justificativa: “Disse que era meu dever moral, como presidente do partido, ficar em Brasília e apoiá-lo”.

Alckmin, enciclopédia
de detalhes da gestão

Por outro lado, o governador é todo detalhes ao enumerar as 22 estações de metrô e trem que vai inaugurar antes do fim do mandato. Bem como sobre a restauração da centro expandido – incluindo a Cracolândia ( PPP), sobre o leilão da Cesp dia 26 de setembro, sobre a licitação das linhas 5 e 17 dia 28 de setembro, sobre a criação da Cidade Albor em região perto de SP, sobre…