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Sonia Racy

26 Janeiro 2016 | 01h10

As diplomacias de Brasil e Equador decidiram aproveitar a cúpula da Celac, que começou no sábado e termina amanhã, em Quito, para deixar para trás, de vez, a chamada “agenda negativa” que marcou as relações entre os dois países desde o governo Lula.

Resultado: um upgrade na visita de Dilma, que lá desembarca esta tarde e transforma sua presença na Celac em visita oficial ao presidente Rafael Correa.

A agenda, agora ampliada, inclui conversas mais detalhadas sobre temas como comércio, desenvolvimento, saúde e imigração.

O clima entre Brasília e Quito esfriou em 2008, quando Correa expulsou do país a Odebrecht, por entender que ela havia cometido falhas em uma obra. O Equador fez também pressões contra o BNDES, que havia financiado a operação, e Lula decidiu, a certa altura, cancelar a visita de um ministro brasileiro àquele país. Tempos depois a situação se acalmou, mas sem grandes aproximações.

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