Aécio Neves pediu ao STF votação aberta para caso de Delcídio

Sonia Racy

14 Outubro 2017 | 01h00

AÉCIO NEVES

AÉCIO NEVES. FOTO: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO

Aécio Neves, que pode ser beneficiado caso o Senado adote o voto secreto para avaliar seu afastamento, entrou – em 2015 – com ação no STF contra votação secreta no caso de Delcídio Amaral. Naquela ocasião, endossaram o pedido quatro senadores – Ronaldo Caiado, José Agripino Maia, Cássio Cunha Lima e Ataídes Oliveira.

Responsável pelo caso, Edson Fachin decidiu então que o voto seria aberto. Mas o que ele julgava era uma ação da Rede de Marina.

STF deixa Senado
em sinuca de bico

A decisão do STF, na quarta-feira, de que a palavra final em casos de afastamento é do Congresso, deixou o Senado numa sinuca. Ou obriga os senadores a deixar sua digital caso queiram salvar o tucano, ou se desgasta ao optar por votação secreta.

O que pediam PP, PSC e Solidariedade era que os parlamentares ficassem imunes a medidas cautelares. Mas só Marco Aurélio concordou com esse ponto.

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