A convite do governo chinês, Doria irá à China

A convite do governo chinês, Doria irá à China

Sonia Racy

06 Julho 2017 | 01h00

O PREFEITO DE SÃO PAULO, JOÃO DORIA. FOTO: FELIPE RAU/ESTADÃO

 

A próxima viagem de João Doria será para a China – convite do governo chinês. O prefeito parte dia 21 com a agenda lotada.

Volta dia 29, acompanhado de integrantes da missão, vivos ou mortos, diante da intensidade do programa. Está pré-agendada até visitação à Muralha às 6h30 da manhã.


Entre as inúmeras reuniões previstas – Banco da China, BNDES chinês, China Construction, Huawei e outras – há um encontro que chama a atenção: o prefeito de Xangai vai levar Doria para conhecer o… centro de controle de tráfego da Comissão de Transportes da cidade.

Lá, o prefeito vai saber que o trânsito na cidade, com cerca de 24 milhões de habitantes, flui bem.

Os sem-sentença

A delação dos irmãos Batista ocupou tanto espaço que a Odebrecht foi esquecida. Principalmente o julgamento dos 78 delatores cujas delações foram homologadas por Cármen Lúcia no último recesso do Supremo.

Os ex-executivos do grupo haviam se preparado, em janeiro, para ouvir suas sentenças e cumprir as penas acordadas – além da multa, a maioria dos executivos passará um tempo de tornozeleira em casa. Os prazos variam de caso a caso.

Sem-sentença 2

Mas até agora, nenhum dos acordos foi redistribuído a juízes de execução de pena.

No limbo, uma parte dos quase condenados considera que esta espera é “pena não contabilizada” e anseia por ter sua vida de volta. Outros, porém… não têm a menor pressa – sabe-se lá por quê…

Ironia do destino

Membros da CCJ armam tática contra Temer: querem que a comissão possa convocar testemunhas e coletar provas para tratar da denúncia.

Como justificativa, estão exibindo um trecho do livro Direito Constitucional, publicado em 2002. Autor? Alexandre de Moraes – indicado ao STF pelo presidente.

Eu sozinho

O Itamaraty abriu licitação internacional para contratar escritório para cuidar de contenciosos do Pais na OMC.

Do Brasil, apenas o escritório Nelson Wilians se habilitou, em parceria com o Appleton Luff International Lawyers.