Ken Follett apresenta ‘Coluna de Fogo’ na Feira do Livro de Frankfurt
As informações e opiniões formadas neste blog são de responsabilidade única do autor.

Ken Follett apresenta ‘Coluna de Fogo’ na Feira do Livro de Frankfurt

Livro segue os passos de 'Pilares da Terra' e 'Mundo Sem Fim', volta ao cenário de Kingsbridge, passeia pela Europa do século 16 e fala sobre religião e liberdade de expressão

Maria Fernanda Rodrigues

11 Outubro 2017 | 10h46

O escritor britânico Ken Follett, famoso por seus romances históricos, apresentou nesta quarta-feira, 11, na Feira do Livro de Frankfurt, seu romance mais novo: Coluna de Fogo. Lançado há pouco menos de um mês, o livro já está nas listas de mais vendidos de diversos países, entre os quais o Brasil, onde foi publicado pela Arqueiro, Estados Unidos e Alemanha. No total, o autor já vendeu mais de 160 milhões de exemplares de seus 31 livros no mundo todo.

Ken Follett

Ken Follett já vendeu mais de 30 milhões de livros na Alemanha (Foto: Ronald Wittek/EFE)

Follett, que começou sua vida de escritor com thrillers porque gosta do gênero, ressaltou o caráter de seus livros mais recentes. Em todos eles, há sempre alguém lutando por sua liberdade. “A liberdade é algo incomum em nossa sociedade. Hoje, a maioria das pessoas do mundo vive sob a tirania – e tem sido assim por toda a história. Liberdade é exceção”, comentou.

Em Coluna de Fogo, Follett retoma a série que o fez famoso, iniciada com Pilares da Terra e seguida por Mundo Sem Fim. Estamos em 1558, Elizabeth acaba de ser coroada, a Europa está contra a Inglaterra e o extremismo religioso cresce. Há uma história de amor, claro, e muitos fatos históricos.

“As pessoas pensam que este é um livro sobre religião, mas não é. É sobre os direitos humanos, sobre a nossa primeira batalha pela liberdade”, conta Follett que, para escrever este livro, consultou outras 228 obras e viajou por todos os cenários de Coluna de Fogo procurando resquícios do século 16: Edimburgo, Londres, Paris, Antuérpia, etc. “Não saber os detalhes exatos é um obstáculo para a minha imaginação.”