Teatro como a ponta do iceberg

Teatro como a ponta do iceberg

João Wady Cury

11 Janeiro 2018 | 09h45

Sara Antunes: a vida é no palco Foto: Analu Prestes

 

A atriz Sara Antunes estreia na próxima quinta-feira, 18, o monólogo Sonhos para vestir, na Oficina Cultural Oswald de Andrade, dirigida pela atriz Vera Holtz em sua segunda incursão como encenadora. Sara é a pontinha do iceberg e revela o que está por vir. Ela, acompanhada da atriz Carolina Virgüez (Caranguejo Overdrive), já ensaiam sob a batuta de Grace Passô e Marco André Nunes o novo texto do dramaturgo Pedro Kosovski, Corpos Opacos, que estreia no Rio em agosto – esta turma é do barulho. E tem mais. Até lá, Sara engata outra peça: Guerrilheiras, também com Carolina em um texto de Grace Passô, dirigidas por Georgette Fadel. Nitroglicerina perde.

Kosovski, dramaturgo carioca formado no Tablado, emplaca sucessos como Caranguejo Overdrive. É destaque na nova geração de autores na faixa dos 30 anos. Sábado, 20, estreia no Sesc 24 de Maio a peça Guanabara Canibal – enquanto no Rio de Janeiro volta à cena amanhã, no Teatro Poeirinha, Tripas, texto de sua autoria, com seu pai, o ator Ricardo Kosovski, no palco.