Nós, reféns de nós mesmos

Nós, reféns de nós mesmos

João Wady Cury

17 Fevereiro 2017 | 16h32

O CORPO QUE O RIO LEVOU © Renato MangolinO CORPO QUE O RIO LEVOU © Renato Mangolin 014 bx

 

 

O corpo que o rio levou estreia no dia 4 de março no Centro Cultural São Paulo e traz consigo um dos temas que mais permeou a vida brasileira dos últimos 50 anos: a política. Traça um painel diversificado desde 1964, a partir dos relatórios da Comissão da Verdade, até as recentes manifestações pró-impeachment de Dilma Rousseff. Produzida pelo Laboratório de Técnica Dramática, com direção é de Diego Moschkovich, a peça mostra a história de um casal brasileiro no ano de 2020 segregado por disputas políticas. O autor é Ave Terrena, egresso do Núcleo de Dramaturgia do Sesi-British Council, que propõe uma visão muralista, conceito de Oswald de Andrade inspirado na proposta criativa de pintores mexicanos como Diego Rivera, com vários olhares para um mesmo tema. No elenco, Diego Chilio, Fredy Állan, Maria Emilia Faganello, Sofia Botelho e Sophia Castellano.