A psicodelia setentista do Bombay Groovy
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A psicodelia setentista do Bombay Groovy

Grupo de SP é formado por Rodrigo Bourganos (sitar), Daniel Costa (baixo), Leo Costa (bateria) e Jimmy Pappon (órgão Hammond).

João Paulo Carvalho

08 Setembro 2014 | 14h52

“Apenas rock”. É assim que o quarteto Bombay Groovy gosta de classificar sua sonoridade. Com influências da música oriental, a banda que começou no final de 2012 faz uma viagem transcendental e propõe uma nova fórmula de fazer um som pesado sem os barulhos estridentes das guitarras distorcidas. “Eu nunca pensei no sitar como algo oriental ou indiano. Para mim, é um instrumento do rock. Brian Jones, George Harrison, Jimmy Page e Sergio Dias são alguns bons exemplos disso. Eles pensavam da mesma forma”, diz o músico Rodrigo Bourganos (sitar).

Bombay Groovy
Além de Rodrigo, o grupo é formado por Daniel Costa (baixo), Leo Costa (bateria) e Jimmy Pappon (órgão Hammond). O som do Bombay Groove é uma experimentação sonora que dispensa os elementos vocais. As linhas intensas de baixo e a consistência do órgão sustentam a versátil musicalidade do grupo. “Todas as nossas músicas foram compostas na guitarra com afinação do sitar. Tocamos o sitar como guitarra. O nosso sitar é afinado em Ré justamente para deixar o som mais pesado.”, afirma Daniel.

A psicodelia setentista do Bombay Groovy fica clara em canções como Le Bateau D’Orpheu, Aurora e Gypsy Dancer. Todas as músicas lembram em muito a sonoridade do Led Zeppelin, uma das influências dos paulistanos. “O Led Zeppelin é a grande inspiração do Bombay Groovy, tanto pelo peso quanto pela espontaneidade e o improviso do Jimmy Page com a guitarra. Tem a questão cosmopolita também, que é essa coisa de interagir com vários estilos musicais. O Led tem a magia e a sujeira que instiga a banda“, complementa Rodrigo.

Bombay Groovy
Site: bombaygroovy.com.br
Facebook: facebook.com/BombayGroovy
Youtube: youtube.com/watch?v=2LN57ZE4CzQ

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